Mulheres em Destaque

Opaque valoriza a beleza feminina em todas as formas

 

Ser mulher deixou de ser algo meramente delicado e maternal desde que o mercado de trabalho e a sociedade compreenderam a importância da figura feminina para a sua evolução. Desde então vemos mulheres ocupando posições e espaços cada vez mais importantes, aliando o cuidado característico do gênero à postura firme e decidida da mulher atual.

Saber reconhecer e valorizar estas características e estes esforços vai além dos elogios. É preciso apoiar e fazer parte, divulgando, enaltecendo e privilegiando conquistas. Foi pensando nisto que Sul Chun Kim, diretor geral da Opaque Parfums & Cosmétiques, criou o Prêmio Mulher em Destaque Opaque, premiação totalmente dedicada a reconhecer os trabalhos de mulheres que foram destaque em suas áreas de atuação em quatro categorias: artes cênicas, esportes, jornalismo e responsabilidade social.

A Opaque é uma das maiores lojas de cosméticos de luxo do país, presente no mercado brasileiro há 22 anos e desde 2009 organiza a premiação, sempre no mês dedicado às mulheres. Para Kim, como é chamado o diretor da empresa, “a beleza vai muito além da estética e uma mulher de destaque não é formada apenas por sua aparência, mas principalmente pelo seu exemplo de ousadia, coragem e muito talento.”

Segundo o Censo 2010 do IBGE, as mulheres são maioria no país e hoje fazem parte de um crescente percentual de trabalhadoras e geradoras de renda nas principais capitais. E mesmo com tantas demandas, todas conseguem se dedicar às funções e atividades paralelas, além dos cuidados com a casa e a família. Dentre as indicadas ao prêmio deste ano, nomes conhecidos na causa social como a pedagoga Dagmar Garroux, a educadora Sueli Moreira e a fundadora da ONG Ação Moradia Eliana Setti, que encontraram no abandono de crianças uma nova causa de vida e de trabalho.

Exemplos de superação, especialmente em categorias antes essencialmente masculinas como a dos esportes, também são vistos diariamente com vitórias expressivas no Brasil e no exterior, como no caso de Fabiana Murer, Sheila Castro e Rafaela Silva, finalistas na premiação deste ano.

O jornalismo no estilo hard news, em que coberturas de eventos marcantes e muitas vezes nada delicados, como a morte de Osama Bin Laden, crianças abandonadas e viciados em crack, exigem de repórteres – e neste caso, mulheres – um envolvimento que somente a dedicação à profissão amacia a dureza das notícias. Por esta razão, Izabella Camargo, Patrícia Campos Mello e Thaís Itaqui foram indicadas na categoria jornalismo.

Transpor a barreira do preconceito, criando personagens e dando vida a pessoas de outros tempos e se submetendo a uma análise muitas vezes crítica e seca por parte do público, muitas vezes num amor incondicional à arte e no empenho de fazer a alegria de milhares de pessoas. Foi assim que Alessandra Maestrini, Flávia Garrafa e Marisa Orth foram escolhidas finalistas da categoria artes cênicas.

Para um gênero que desde os primórdios era considerado “frágil” apesar de toda a bravura ínsita às mães e batalhadoras, conquistas, das mais simples à presidência da República, devem ser valorizadas e noticiadas, como forma de incentivo, respeito e agradecimento àquelas que embelezam, divertem, informam, cuidam e amam o nosso dia a dia.

www.premiomulheropaque.com

www.opaque.com.br

 Fonte: Assessoria de Imprensa

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